Rumo a Planeta dos Macacos
Marque o que já viu.
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Detalhes escondidos em cada filme e série: 28 no total. Toque num cartaz para ver os dele. Os títulos que você ainda não marcou como visto ficam trancados, para não estragar a surpresa.
Na TV e no jornal aparece a notícia da nave tripulada Icarus, que depois é dada como perdida no espaço. Icarus é o nome da nave de Taylor no filme de 1968.
ver fonte ↗César monta uma pequena Estátua da Liberdade de brinquedo na casa de Will. É um aceno à série original.
ver fonte ↗O nome do cuidador Dodge Landon junta os de dois astronautas do filme de 1968. E é ele quem solta a frase mais famosa de Taylor, a do "damn dirty ape".
ver fonte ↗Charlton Heston, o Taylor de 1968, aparece numa TV ao fundo, em cena do filme The Agony and the Ecstasy.
ver fonte ↗A lei de César, de que macaco não mata macaco, vem da série original de filmes. Aqui ela vira o centro do racha com Koba.
ver fonte ↗Michael Giacchino colocou na trilha referências à música de Jerry Goldsmith para o filme de 1968 e à de Danny Elfman para o de 2001.
ver fonte ↗Will aparece num vídeo caseiro com Caesar filhote. São imagens de Rise que não entraram naquele filme, e Franco não aparece nos créditos.
ver fonte ↗A floresta dos macacos foi filmada na Ilha de Vancouver, no Canadá. Parte da cidade em ruínas foi rodada em New Orleans, inclusive num parque Six Flags abandonado.
ver fonte ↗A milícia do Coronel se chama Alpha-Omega. As letras gregas vêm da bomba marcada com alfa e ômega da série original.
ver fonte ↗Maurice batiza a menina muda de Nova. É o nome da mulher que também não fala no filme de 1968.
ver fonte ↗Os macacos que servem aos humanos são chamados de "donkeys". O apelido brinca com Donkey Kong e com a função deles de bestas de carga.
ver fonte ↗Matt Reeves comparou o Coronel ao Coronel Kurtz de Apocalypse Now. O exército isolado dele também lembra o do filme de Coppola.
ver fonte ↗Raka batiza a humana de Nova, como em 1968. Logo depois explica que chamam todos os humanos assim e nem sabe por quê: deve ser coisa do tempo de César.
ver fonte ↗Estruturas de madeira em X avisam os viajantes para não seguir em frente, como as que os astronautas encontram no filme de 1968.
ver fonte ↗Macacos a cavalo perseguem humanos com redes, a mesma caçada que captura Taylor no filme original.
ver fonte ↗Owen Teague estudou chimpanzés no Center for Great Apes, na Flórida. A curiosidade de um deles, Bentley, virou a base de Noa.
ver fonte ↗Rod Serling, criador de The Twilight Zone, escreveu a primeira versão do roteiro. Quase tudo mudou, mas o final que ele imaginou ficou.
ver fonte ↗Os juízes imitando "não vejo, não ouço, não falo" foram improviso do diretor Franklin J. Schaffner no set. A reação do público nas sessões-teste garantiu a cena.
ver fonte ↗Charlton Heston só aceitou voltar se Taylor morresse e o cachê fosse para caridade. Por isso ele some no começo e Brent vira o protagonista.
ver fonte ↗O hino dos mutantes é "All Things Bright and Beautiful", hino cristão, com a letra trocada para louvar a bomba.
ver fonte ↗Depois do final do filme anterior, o produtor Arthur P. Jacobs mandou um telegrama ao roteirista Paul Dehn: "Apes exist, Sequel required". A saída foi a viagem no tempo.
ver fonte ↗Sal Mineo achou a maquiagem de macaco desconfortável, e o roteiro foi mudado para o Dr. Milo morrer mais cedo.
ver fonte ↗A cidade de 1991 foi filmada em Century City, em Los Angeles, antiga área de estúdio da Fox cheia de prédios modernistas.
ver fonte ↗O final original era bem mais sombrio. Depois de exibições-teste ruins, ele foi refeito na edição com falas novas de Roddy McDowall. A versão estendida traz o corte original.
ver fonte ↗O Legislador, o orangotango que narra a história, é o diretor John Huston debaixo da maquiagem.
ver fonte ↗O orangotango conselheiro Virgil é o compositor Paul Williams.
ver fonte ↗Charlton Heston, o Taylor de 1968, aparece sem crédito como macaco: Zaius, o pai moribundo de Thade.
ver fonte ↗Linda Harrison, a Nova dos filmes de 1968 e 1970, faz uma ponta sem crédito como a mulher na carroça.
ver fonte ↗Trancado. Esses detalhes contam coisas do título. Marque como visto para liberar.




Texto original do Sagaticket. Cartazes: The Movie Database (TMDB); fotos de personagens via Wikipedia. Este site usa a API do TMDB, mas não é endossado nem certificado pelo TMDB. Todas as marcas e títulos citados pertencem a seus respectivos donos. A disponibilidade em streaming pode mudar.